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O americano Steve McQueen entrou para a história das artes dramáticas não apenas como um dos maiores astros de que se tem notícia, mas também como ícone. Seu estilo contido de atuação, que até hoje dita tendência no segmento mundo afora, levava a uma identificação imediata do espectador com o personagem que o ator encarnava, fosse o herói, fosse o anti-herói da trama. McQueen é descrito pelas fontes mais respeitadas da sétima arte como “ultracool”, daí seu apelido The King of Cool. O âncora da NBC Brian Williams – que já foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo segundo a Time Magazine – assim resumiu o papel representado por McQueen na cultura ocidental: “Não importa se os homens se dão conta ou não, mas ele é o padrão que todos estão perseguindo há 40 anos.” Egresso de um ambiente familiar tumultuado, McQueen muitas vezes deu vida a personagens difíceis, rebeldes, homens determinados e sedutores – o que correspondia à sua realidade pessoal. O tom de voz grave e baixo, a economia de movimentos, os gestos precisos, o olhar expressivo, o carisma, o talento, numerosas foram as razões para que McQueen, a despeito da fama de entrar em confronto com seus diretores, se tornasse indispensável no elenco de uma produção que visasse não apenas grande bilheteria, mas também aplausos da crítica. A força emanada por sua presença em cena contribuiu para que muitos de seus filmes se consagrassem como clássicos. E McQueen escolhia a dedo seus trabalhos, sentindo-se à vontade, por exemplo, para dizer “não” a diretores do porte Francis Ford Coppola e Milos Forman, recusando convites milionários para protagonizar produções cobiçadas como “Apocalypse Now” (1979, Francis Ford Coppola) e “Um Estranho no Ninho” (1976, Milos Forman). O ator se considerava um cínico indomável e um rebelde nada bonito que sempre procurava personagens obcecados por uma ideia. Apaixonado por carros e motos, ele se tornaria um ávido colecionador, contabilizando mais de 100 modelos de motocicletas. Ao chegar a Hollywood, na década de 1950, McQueen foi logo saudado como o sucessor de James Dean, ator que brilhava nas telas em “Juventude Transviada” (1955), o filme em que encarnava um adolescente rebelde e que foi lançado um mês após a sua morte prematura, aos 24 anos. A vasta carreira cinematográfica de McQueen inclui sucessos como “Sete Homens e um Destino” (1960), “Fugindo do Inferno” (1963), “Bullitt” (1968), “Os Rebeldes” (1969), “Os Implacáveis” (1972), “Papillon” (1973), “Inferno na Torre” (1974). Curiosamente, o seu último personagem – vivido no filme “Caçador Implacável” (1980) – foi novamente o de um caçador de recompensa, papel que o alçara ao mundo da fama com a explosão da série “Procurado Vivo ou Morto” na TV. Importante inventário sobre a trajetória e a arte do ator, esse livro faz uma profunda análise sobre sua personalidade, método de atuação, influências com textos sobre todos seus filmes escritos por especialistas em diversas áreas.
Nome
STEVE MCQUEEN: THE KING OF COOL
CodBarra
9786586448054
Segmento
Artes
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
17/08/2021
Páginas
132
Peso
545,00
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