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O Destino (Thorvaldsen, 1832), ou sua representação mitológica das Moiras (com o fio da vida), ilustra a realidade premente do tempo que se materializa no saber-fazer em jogo na psicoterapia breve. Ali, vemos as Moiras tecendo o fio da vida — no conjunto de suas potências e naquilo que remanesce de suas irredutíveis contradições — três irmãs que determinavam a fortuna, tanto dos deuses quanto dos seres humanos. A elas competia fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio do destino de todos os seres. Qualquer narrativa só se iniciava pelo corte inicial de Cloto, que enlaçava o fio; de Láquesis, que enrolava o fio à roda da fortuna; e de Átropos, que produzia o corte final. Esse fio da vida é também o fio do desejo — esse articulador central da subjetividade humana, essa função psíquica que organiza as relações temporais, tal como um fio que parte do presente das ocorrências, se lança ao passado de suas fundações e se remete ao futuro de suas correlações. É o desejo que se escuta em análise, bem como suas dores em não se realizar, sua frustração em se desorganizar, e seu gozo ao se contemporizar prazer e dor. Mardem Leandro
Nome
PSICOTERAPIA BREVE: POSSIBILIDADES E ATUAÇOES NO CONTEXTO INSTITUCIONAL CONTEMPORANEO
CodBarra
9786554760058
Segmento
Ciências
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
29/09/2023
Páginas
184
Peso
241,00
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