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A piauí faz uma radiografia da avalanche das bets e sua correia de transmissão: os influenciadores e celebridades que recebem cachês milionários para divulgar a máquina de apostas (O bonde do tigrinho, por João Batista Jr. e Alessandra Medina).
Três textos que transitam sobre economia e política: Miguel Lago escreve sobre os desafios da democracia (O enigma do voto), Ana Clara Costa analisa o jogo entre a Faria Lima e o governo (Os incendiários) e Consuelo Dieguez conta como o governo Lula cortou seus laços com a Venezuela de Nicolás Maduro (A virada).
Na série O Complexo, Mônica Manir aborda os trabalhadores que movimentam o SUS – que, se fosse uma empresa privada, seria o maior empregador do mundo (Mãos à obra). Sandro Aurélio Jr. descreve sua viagem de ônibus do Rio de Janeiro a Buenos Aires para assistir à partida em que seu time, o Botafogo, sagrou-se campeão da América (A saga da glória eterna). Gilberto Porcidonio conta a história do Sepultura, a celebrada banda brasileira de heavy metal que está fazendo sua última turnê (“É muito legal quando você morre”).
Jorio Dauster conta a conturbada trajetória de vida de J. D. Salinger e fala das traduções que fez da obra do escritor americano (“Sou um problema, não sou um homem”).
Cristiane Costa e Luís Cláudio Villafañe G. Santos escrevem sobre um relatório escrito nos anos 1940 e até hoje inédito a respeito das anotações que o Barão do Rio Branco fez nas margens de mais de seiscentos livros (O lado B do Barão). Armando Antenore apresenta os cartazes que aparecem nos trens e metrôs do Japão, orientando como os passageiros devem se comportar (A arte da gentileza).
Em três contos, Evando Nascimento retoma três narrativas de Clarice Lispector (A barata, Macabéa e Lisette) e Natasha Belfort Palmeira oferece aos leitores um poema em quatro partes (Crocodilos).
Na seção Esquina, os sete melhores textos inscritos no concurso Uma história na minha esquina, no qual concorreram 452 estudantes de jornalismo (Cuidando dos mortos e outros). E na seção Despedida, uma carta – inédita – de Dalton Trevisan, que morreu no dia 9 de dezembro aos 99 anos, endereçada a seu amigo e escritor Otto Lara Resende, em 1956 (“Me confesso cansado e burro”).
Por fim, duas doses de humor. Em seu diário, Geraldo confessa que, depois de uma sessão de análise, descobriu sua afinidade com o chester (Eu sou o chester da política brasileira). E The BolsozApp Herald, em edição de colecionador, reaparece com o brilho da rede mais indiciada do Brasil (Grupo Copa 2026). Boa leitura!
André Petry Diretor de redação
Nome
PIAUI #220
CodBarra
977198017500200220
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
06/01/2025
Páginas
100
Peso
200,00
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