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A piauí deste mês traz três conjuntos de matérias. O primeiro é sobre a tentativa de golpe de Estado liderada por Jair Bolsonaro, que é analisada por Fernando de Barros e Silva (Os imperdoáveis) e narrada, numa cronologia minuciosa, por Breno Pires (O golpista). E, ainda no campo do golpismo, Timothy Snyder, em artigo originalmente publicado pela revista The New Yorker, discorre sobre o significado essencial do extremismo de direita de Donald Trump (Trump e o fascismo).
O segundo bloco é sobre o lobby em Brasília. Uma reportagem de Camille Lichotti investiga o trabalho ardiloso da indústria do tabaco para legalizar os cigarros eletrônicos no Brasil (De fumaças e vapores) e um artigo de Marcello Fragano Baird apresenta as investidas dos fabricantes para reduzir a tributação sobre os alimentos ultraprocessados (De refrigantes e salgadinhos).
O conjunto final é sobre cinema e dor. Consuelo Dieguez comenta o filme Retrato de um certo Oriente, inspirado no livro homônimo de Miguel Hatoum, no qual o diretor pernambucano Marcelo Gomes aborda a situação dos libaneses, dos indígenas e dos desterrados de todo o mundo (Relato de uma certa tragédia). Já o cineasta Pedro Freire escreve sobre Malu, o filme em que rememora os prazeres e as desgraças de conviver com sua mãe, a atriz Malu Rocha, falecida em 2013 (Toda a memória é ficção).
Na terceira reportagem da série O Complexo, Tiago Coelho conta como é a vida – com as dificuldades e as recompensas – de três famílias que dependem do SUS (O SUS bate à porta). O poeta Ricardo Aleixo, que agora está dando aulas na Universidade de Nova York, relata sua rotina na cidade e alude ao impacto da eleição de Trump (Não sei se eles viram, mas eu os vi). O crítico Roberto Schwarz transcreve uma aula que deu em 2006, na qual reflete sobre a decifração que o filósofo Theodor Adorno, com seu olho clínico, fez da peça Fim de partida, de Samuel Beckett (O mundo bloqueado).
Um portfólio de catorze páginas mostra as capas de jornais e revistas – reais e imaginárias – desenhadas pelo artista gaúcho Eloar Guazzelli Filho, que consistem num diário visual da pandemia, que eclodiu há exatos cinco anos (Corona news).
E ainda:
O conto de Marilene Felinto (Riso imotivado), uma breve mostra da obra de Fernando Paixão (Seis poemas em prosa) e a despedida do brilhante fotógrafo Evandro Teixeira, escrita por seu amigo Flavio Pinheiro (Libélulas subversivas).
E, em seu diário, Geraldo se assusta ao saber que os golpistas tinha um plano para assassiná-lo, além de Lula e Alexandre de Moraes. Mas, recomposto do choque, começou a sentir uma ponta de orgulho: “Obrigado, terroristas, vocês sabem que eu tenho valor!” (Ninguém segura o Joca).
Boa leitura. André Petry Diretor de redação
Nome
PIAUI #219
CodBarra
977198017500200219
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
05/12/2024
Páginas
100
Peso
200,00
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