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Nesta edição, a piauí teve acesso aos inquéritos que revelam o passado violento do ex-policial militar Guilherme Derrite, hoje secretário de Segurança Pública de São Paulo. A reportagem descreve os dez homicídios ocorridos em operações oficiais de Derrite, a suspeita de que integrou um grupo de extermínio em Osasco e os bastidores da matança promovida pela PM no litoral paulista (O homem e seu passado, por João Batista Jr.)
Ainda no campo da violência policial, outra reportagem procura explicar como a Polícia Militar da Bahia tornou-se a corporação que mais mata em todo o país (Triste Bahia, de Marcelo Canellas).
Um ensaio de Luigi Mazza argumenta que a realidade desagradável da extrema direita levou parte da intelligentsia brasileira a recorrer ao culto e à simbologia do cantor e compositor Caetano Veloso para resgatar uma autoimagem do país que não existe mais (A síndrome caetanista). E Fernando de Barros e Silva busca, num seminário da Esfera Brasil, em São Paulo, o quadro que define o atual momento político em que o PIB tenta apresentar o governador paulista Tarcísio de Freitas como um político de “centro” talhado para enfrentar o falso clichê da “polarização” (O país entrou pelo cano).
Clarice Cudischevitch e Kleber Neves contam como a ciência aberta está lutando pela democratização da pesquisa (A ciência recalcula sua rota).
Plínio Fraga investiga o destino do legado de Lélia Gonzalez, uma das mais importantes – e ignoradas – intelectuais negras do país (Tesouro no terreiro).
Felipe Botelho Corrêa discorre sobre o encontro – cheio de espanto e curiosidade sobre a questão racial – entre soldados brasileiros e americanos na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial (A cobra e o búfalo).
Rodrigo Barneschi mostra como oito anos de clássicos do futebol paulista sem a presença da torcida visitante forjaram uma geração que não sabe conviver com o contraditório (A negação do outro).
Julio Maria conversa com Roberto de Carvalho, viúvo de Rita Lee, que continua criando com a mulher da sua vida (“Obrigado, meu amor”).
E Thales Menezes despede-se do Vigilantes do Peso, programa que ele próprio frequentou no passado (“Adeus, rede de apoio”).
Leia também um trecho da autobiografia de Werner Herzog, Cada um por si e Deus contra todos, a ser lançada em junho pela editora Todavia (A mochila de Chatwin), além de quatro poemas de Salgado Maranhão (Diário de bordo 3 e outros).
E mais: Diário do Geraldo, agora em fase um pouca confusa, mas sempre otimista (This ain’t Pinda!), e o depoimento exclusivo ao The piauí Herald em que o passarinho do Twitter conta tudo sobre o bilionário (Cria corvos e eles te arrancarão os olhos). Boa leitura,
André Petry Diretor de redação
Nome
PIAUI #212
CodBarra
977198017500200212
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
02/05/2024
Páginas
100
Peso
200,00
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