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A piauí deste mês conta como o PSDB – que já governou o Brasil por dois mandatos, rivalizou com o PT por duas décadas e acabou atropelado pelo trem da história – está tentando descobrir o que significa ser um tucano hoje (Tucanos no divã, de Luigi Mazza). Em outro texto sobre política, o professor de filosofia Marcos Nobre explica a gênese do Centrão, seus interesses atuais e a encruzilhada em que o PT se encontra (Pega, mata e come).
De Madri, João Gabriel de Lima narra como o craque Vinícius Júnior, alvo preferencial dos insultos racistas nos estádios da Espanha, está trabalhando para tornar-se uma raridade nos gramados: um jogador radicalmente antirracista (Veni, Vidi, Vici, ViniJr). Felippe Aníbal revisita a história do grampo instalado na cela dos primeiros presos da Lava Jato, ainda em 2014, e descreve em detalhes como se acobertou aquela que foi a ilegalidade inaugural da operação (O grampo).
No noticiário internacional, a piauí tem três textos e um portfólio: * Amos Gitaï, cineasta israelense, discute seus filmes, a função da memória e as ameaças à democracia de Israel, em artigo exclusivo para a piauí (Ao lado do vulcão). * Nos 50 anos do golpe de Augusto Pinochet, Flávia Castro relembra os três meses em que, aos 8 anos de idade, ficou refugiada na Embaixada da Argentina em Santiago do Chile junto com seus pais (A embaixada). * Denise Mota faz um diário – que vai de maio a agosto – sobre a luta da população de Montevidéu para enfrentar a pior seca dos últimos 74 anos no Uruguai (Nunca acontece, até que acontece). * O portfólio, com texto introdutório do jornalista salvadorenho Carlos Dada, cofundador do site El Faro, trata de bananas – na versão política de símbolo das relações entre os Estados Unidos e a América Central. Em oito páginas, a revista traz obras de nove artistas plásticos centro-americanos e mexicanos (Loucos por bananas).
Falando de arte, a revista publica um perfil do telenovelista João Emanuel Carneiro (O quebra-regras, de Tiago Coelho), um ensaio sobre literatura popular (O entretenimento é um projeto de país, de Samir Machado de Machado) e um trecho do primeiro e único romance do argentino Jorge Baron Biza (A outra face), com introdução de Alejandro Chacoff (Semeando o deserto).
Para rir, dose dupla: o Diário do Geraldo, cujo autor está agora em plena era de seu próprio amanhecer, e o piauí Herald que, inspirado nas joias e relógios que enfeitiçam os militares, produziu o Manual do Muambeiro Mirim. Boa leitura!
André Petry Diretor de redação
Nome
PIAUI #204
CodBarra
977198017500200204
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
31/08/2023
Páginas
100
Peso
200,00
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