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A edição 201 da piauí traz uma reconstituição minuciosa da trama longamente arquitetada por políticos, militares e policiais para golpear a democracia brasileira. Ana Clara Costa investiga em detalhes a estratégia montada pelo bolsonarismo, o fracasso que se seguiu e a reação dos extremistas, que culminou no 8 de janeiro (A teia do golpe). A revista também mostra que os escombros legados por Bolsonaro vão além da quebradeira da intentona golpista. Na saúde pública, Breno Pires mostra como o governo passado enxugou o programa petista Mais Médicos por motivos ideológicos, sem se preocupar com o serviço que vinha prestando. No lugar, tentou implantar o Médicos pelo Brasil, que resultou em um desastre conduzido pela Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (O cupinzeiro). No meio ambiente, insetos vorazes também atacaram outros órgãos estatais. Bernardo Esteves recorre a eles para descrever como as instituições ambientais tentam agora se reconstruir para conter o desmatamento na Amazônia (A descupinização). Consuelo Dieguez mergulhou fundo em outra tramoia que abalou o país: a escandalosa fraude que deixou a Americanas às portas da bancarrota e arruinou a imagem do mais admirado trio de bilionários do país (A fraude titânica). Passando à literatura, a escritora Ana Maria Machado comenta as iniciativas de “corrigir” os livros infantojuvenis que contêm expressões e aspectos politicamente incorretos (Sensatez e sensibilidade). A escritora norte-americana Elif Batuman, por sua vez, analisa, à luz da guerra da Ucrânia, a hipótese polêmica de que parte do cânone literário russo, de Púchkin a Dostoiévski, endossou o avanço imperialista de seu país (O grande rosto e o nariz). Leia ainda: . A disputa entre torcedores do futebol brasileiro e argentino em Kerala, na Índia (Entre Pelé e Maradona). . Alejandro Chacoff se despede do escritor Martin Amis (L’enfant est mort) e o funeral de Rita Lee pelas lentes da fotógrafa Flavia Valsani (Rita Livre). . Os mesmos pés, um conto inédito de Vanessa Barbara e cinco poemas de Lucas Litrento. E, para encerrar com gargalhadas, a piauí começa a publicar – com absoluta exclusividade mundial – o diário de Geraldo Alckmin. Numa passagem íntima, ele escreveu, em 2 de maio: “A verdade é que sou um pintalegrete irreverente que adora refletir sua ousadia na escolha do par de meias” (Alckmin, guerreiro do povo brasileiro).
Boa leitura!
André Petry Diretor de redação
Nome
PIAUI #201
CodBarra
977198017500200201
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
01/06/2023
Páginas
100
Peso
280,00
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