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No número 200 da piauí, a disputa pela presidência da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp, e a mudança de rumo político na entidade são os temas da reportagem de Ricardo Balthazar. Depois de flertar longamente com o bolsonarismo, os industriais paulistas, muito pragmáticos, se reaproximaram dos petistas (O baile da Fiesp).
A troca de governo também trouxe novos rumos à Comissão de Anistia, que tenta se reerguer depois do que viveu no governo Bolsonaro, como descreve Luigi Mazza. Entre 2002 e 2018, mais da metade dos pedidos de anistia analisados pela comissão foram concedidos. Nos quatro anos de Bolsonaro, segundo levantamento da piauí, só 4,8% (A fila da reparação).
Duas reportagens focam o nazismo e suas sequelas, que parecem não ter fim. Felippe Aníbal investiga o motivo por que Santa Catarina fascina tanto os neonazistas brasileiros. Em um ano (de 2021 para 2022), o número de grupos extremistas identificados em terras catarinenses mais do que dobrou: são 320 células ativas, mais de um quarto dos 1 117 grupos catalogados em todo o Brasil (Eldorado do extremismo). Na França, Valentine Faure narra a trajetória de duas crianças que nasceram nas maternidades Lebensborn, criadas pelos nazistas para produzir bebês arianos de sangue puro (Os filhos do delírio).
Allan de Abreu relata as façanhas do maior grileiro vivo de terras da Amazônia Legal. No nome dele constam onze fazendas no Amazonas e no Pará, nenhuma amparada em documentos verdadeiros ou juridicamente válidos. Somadas, as terras griladas chegam a 458 mil hectares, o equivalente a três vezes a cidade de São Paulo (O grileiro-mor).
João Batista Jr. mostra como mulheres de presidiários se transformaram em estrelas no TikTok, ao registrarem seu cotidiano e o modo como se preparam para as visitas íntimas aos presídios (Look do dia no xilindró).
Paula Alkmin reconstitui a tentativa frustrada de pesquisadores reunidos na USP de criar o maior dicionário etimológico da língua portuguesa (O prazer das palavras). O urbanista Roberto Andrés mostra como a luta para transformar a gratuidade do transporte público em realidade ganhou impulso depois das Jornadas de Junho de 2013 (A vez da tarifa zero).
Leia também o adeus de Alejandro Chacoff a María Kodama, viúva de Jorge Luis Borges (A herança), um conto inédito de Jeferson Tenório (Na companhia de Rufus), poemas de Ana Martins Marques (De uma a outra ilha) e a análise de Fernando de Barros e Silva sobre a missão histórica central do terceiro mandato presidencial de Lula (Abril despedaçado). No portfólio, as imagens surpreendentes do artista boliviano River Claure, que recriou O Pequeno Príncipe com índios aimarás, buscando livrar o personagem de Antoine de Saint-Exupéry dos clichês e do desdém colonialista (Um menino veio do céu).
Boa leitura!
Alcino Leite Neto Editor executivo
Nome
PIAUI #200
CodBarra
977198017500200200
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
04/05/2023
Páginas
100
Peso
280,00
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