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Na edição de novembro, a piauí publica duas reportagens que vão à essência do governo de Jair Bolsonaro. A primeira expõe os embaraços que Bolsonaro impôs ao Brasil com suas anfarronadas ideológicas: atiçou sua base fanatizada contra
a empresa chinesa Huawei, fabricante de equipamentos do 5G, a internet velocíssima que vem por aí, e depois teve que voltar atrás e recuar (A lição das bravatas, de Ana Clara Costa). A segunda reportagem mostra como o presidente está usando de pressões e perseguições para transformar a Polícia Federal numa corporação voltada para seus interesses pessoais (O aparelho, de Allan de Abreu).
Fora da política, a revista traz um cardápio variado:
• João Batista Jr. reconstitui o caso da ex-influenciadora Mari Ferrer, que denunciou ter sido estuprada num beach club de Florianópolis em dezembro de 2018. A reportagem mostra como e por que o julgamento acabou com a absolvição – por unanimidade – do réu (A noite que nunca terminou).
• Juliana Faddul conta a surpreendente história do leite condensado, que já tem mais de um século de presença no Brasil, o país que mais consome o produto no mundo (O leite que condensa o Brasil).
• Elisangela Roxo visita um manto tupinambá exposto num museu de Copenhague e narra como esses belíssimos artefatos indígenas deixaram o Brasil – e nunca mais voltaram. Todos os exemplares ainda existentes estão no exterior (Longe de casa).
• O arquivista Douglas Pompeu, que trabalha na Alemanha, revive a experiência fascinante de encontrar os originais de um dos maiores escritores de língua alemã: Franz Kafka. Eram os manuscritos de O Processo (Consciência de acervo).
No campo cultural, há ainda opções valiosas: uma reportagem mostra a crise de quem vende livros (Pânico nas livrarias, de Gustavo Zeitel), outra revela os bastidores da gravação de canções inéditas de Aldir Blanc (Que falta nos faz um país
de Leonardo Lichote) e um trecho de livro narra a passagem de João Cabral de Melo Neto pela capital da Andaluzia (Don Juan em Sevilha, de Ivan Marques).
Por fim, a revista deste mês traz um conto de ironia afiada de Eliana Alves Cruz (Carta às cabeças brasileiras do futuro) e poemas vigorosos da discretíssima Maria do Carmo Ferreira, que vai estrear em livro agora, às vésperas de completar 83 anos (A reclusa, de Carlos Adriano). Além das seções de sempre: Questões Vultosas, Esquina, Despedida e, claro, as indefectíveis cartas dos leitores.
Nome
PIAUI #182
CodBarra
977198017500200182
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
04/11/2021
Páginas
Peso
280,00
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