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Há sempre um desavisado perguntando: a poesia está morrendo? Há espaço ainda para o verso? A própria pergunta denuncia o temor de que algo precioso se perca, de que sejamos roubados de tesouros que a traça e a ferrugem não roem.
Sonho, desejo, aparição, fome e comida, a poesia não morre. Diga-o por mim Jorge Emil em O dia múltiplo, seu livro de estréia. Mas ninguém se resguarde pelo 'livro de estréia'. Nasce velho e insuspeito o verdadeiro poeta, sofrendo, desde as primeiras interjeições, do que chamou Drummond "o sentimento do mundo", captando-o, apesar de si mesmo. O dia múltiplo revela um autor. Que fazer, afora festa e saudação?
Me vale Manuel Bandeira: entra, poeta, você não precisa pedir licença.
Nome
O DIA MULTIPLO
CodBarra
9788587723055
Segmento
Literatura e Ficção
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
Páginas
127
Peso
254,00
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