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Este texto conclui afirmando-se como um "manifesto de amor à UnB". Nele, a universidade é vista como um instrumento chave do esforço do homem na ânsia de ampliar constantemente o horizonte de sua liberdade. A revolução industrial e a dependência dos países do Terceiro Mundo aprisionaram o conceito de liberdade, identificando-o como sinônimo de consumo. A universidade também foi aprisionada. A crise atual, a nível global e especialmente em países como o Brasil, provoca um despertar de consciência, uma busca pela reformulação do conceito de liberdade. À universidade cabe o papel de ver vanguarda deste processo. Estar na "Fronteira do Futuro". Romper com as amarras que a aprisionam e retomar seu papel libertário. Para tanto, ela deve redefinir seus objetivos imediatos, na busca da Beleza, da Verdade, de Eficiência, da Justiça, da Paz e Direitos Humanos, sendo ela própria um local de Aventura, na luta pela libertação. Deve reorganizar-se, reestruturar-se. É isto que a UnB tenta fazer, rompendo as amarras que a aprisionam, sobretudo o pessimismo. Usando a angústia da crise com o otimismo de quem antecipa o outro lado da Fronteira. O "manifesto" apresenta a lógica da concepção e a estrutura do projeto articulado em execução na UnB nestes últimos 3 anos.
Nome
NA FRONTEIRA DO FUTURO (O PROJETO DA UNB)
CodBarra
9788523002800
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
Páginas
108
Peso
140,00
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