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Lar, não é um livro de memórias, mas pode ser um livro sobre a memória. A continuidade, por isso mesmo, não é linear. O autor lidou com esses sobressaltos e não procurou corrigi-los, pois como bem anota Vagner Camilo na sua apresentação, “a autobiografia poética não se restringe [...] nem parece obedecer a uma cronologia estrita. E aqui temos que considerar o próprio desajuste do gênero lírico para lidar com a pretensa tarefa autobiográfica de recompor a gênese do indivíduo, mais adequada ao fio contínuo da prosa”. O Lar do título, com a vírgula sem o seu aposto — uma vírgula em suspenso, ou em suspense —, dá, logo de entrada, visualmente, uma dica do que se vai encontrar de semelhante nos poemas, no fluxo interno e externo deles.
Lar, é composto de três partes: “Primeira série” agrupa as sensações e situações pretéritas do autor, “Formação” reúne de forma mais explícita os resultados, as variações e as vivências dessas mesmas sensações e situaçõe, e “Numeral” continua a enumeração que começou no livro Numeral/Nominal, que abre Máquina de escrever — poesia reunida e revista, de 2003. Essa série, que consiste de poemas numerados e datados pelo autor, não tem fim ou acabamento: poderá ser sustada pelo autor ou pelo leitor — por quem piscar primeiro.
Nome
LAR,
CodBarra
9788535914665
Segmento
Literatura e Ficção
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
22/06/2009
Páginas
136
Peso
205,00
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