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A educação é o substrato da convivência, a oficina onde se experimentam as formas de vida possíveis. Por isso, o capitalismo cognitivo levou a sério a tarefa de atacar todos seus campos: a educação formal e a informal, os recursos, as ferramentas e as metodologias. A presencialidade e a virtualidade. A infância e a formação ao longo da vida. A educação não é apenas um grande negócio. É um campo de batalha no qual a sociedade reparte, de forma desigual, seus futuros. Os pedagogos dizem que é preciso mudar tudo, porque o mundo mudou para sempre. Tal afirmação esconde as perguntas que nos provocam mais medo: para que serve saber quando não sabemos como viver? Para que aprender quando não podemos imaginar o futuro? Essas perguntas são o espelho no qual não queremos nos olhar. Sentimos vergonha de não termos respostas, e é mais fácil disparar contra professores e educadores. Como queremos ser educados? Essa é a pergunta que uma sociedade que queira olhar-se de frente deveria atrever-se a compartilhar. Envolve todos nós. Todos somos aprendizes na oficina onde se experimentam as formas de vida possíveis. Educar não é aplicar um programa. Educar é acolher a existência, elaborar a consciência e discutir os futuros. Dentro e fora das escolas, a educação é um convite: o convite a assumir o risco de aprendermos juntos, contra as servidões do próprio tempo.
Nome
ESCOLA DE APRENDIZES
CodBarra
9786559980611
Segmento
Humanidades
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
04/07/2023
Páginas
240
Peso
500,00
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