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Os anos 1950 foram dos períodos mais férteis da poesia brasileira do século XX. Em todos os pontos do país surgiam poetas com ânimo de renovação, capacitados para as grandes aventuras formais que acabaram por mudar os rumos de nossa poesia. No Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, esses poetas novos publicavam inéditos e debatiam idéias. Ali pontificou Mário Faustino com poesia-experiência, que, ao passar em revista a poesia brasileira de Anchieta aos concretos, acabou por estender a ponte necessária entre a vanguarda e a, por assim dizer, não-vanguarda. Era um tempo em que grandes jornais e revistas publicavam poesia, em que os autores se reuniam para discutir a poesia e em que os livros de poesia eram tratados com muito bom gosto gráfico. Muitos desses poetas gravitaram em torno do Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, página de nossa história literária ainda à espera do seu historiador.
Na expressão afortunada de Fausto Cunha ao situar a terceira geração do Modernismo, esse mundo novo resultou numa convergência estética que dependeu mais do talento de cada um que de um espírito de geração. Por ora, faltam estudos que redimensionem o período frente à multiplicidade de correntes e tendências. Para escapar aos lugares-comuns da crítica e aos rótulos cristalizados pela repetição, é preciso reler (ou, enfim, ler) as obras dos autores que foram, ao longo dos anos, convenientemente esquecidos.
Nome
ANOS 50
CodBarra
9788526011526
Segmento
Literatura e Ficção
Encadernação
Brochura
Idioma
Português
Data Lançamento
01/01/2007
Páginas
240
Peso
370,00
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